Duas medidas de Fortalecimento do Controle Interno são aprovadas no Legislativo




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A “Casa do Povo” reconhece a importância do Fortalecimento do Controle Interno. Um momento histórico da sociedade, do governo e da carreira. Pela melhoria da prestação dos serviços públicos e da eficiência e controle dos gastos governamentais!

FORTALECIMENTO DA AUDITORIA INTERNA GOVERNAMENTAL

OBJETIVO: Este projeto visa restabelecer a força de trabalho da área de Auditoria Interna Governamental por meio da contratação de 9 (nove) auditores, capacitação e utilização de ferramenta informatizada para gerenciamento e suporte na execução das atividades de auditoria.
JUSTIFICATIVA: O restabelecimento da força de trabalho da área de Auditoria Interna Governamental se faz necessário em virtude do crescimento do número de atribuições da CGE desde a sua criação em 2003, o que gerou a necessidade de auditores migrarem para outras áreas para o cumprimento das novas funções como ouvidoria, transparência, serviço de acesso à informação, assessoramento direto aos gestores na implantação de novas ações de controle interno preventivo, dentre outras. Ademais, o Estado passou a atuar com novas formas de gestão como consórcios públicos e parcerias público privadas, além de incrementar ações executadas por meio contratos de gestão, notadamente na área da saúde. Tudo isso requer força de trabalho qualificada com vistas a salvaguardar os fins
públicos e proteger os resultados.

ESTABILIZAÇÃO DA CARREIRA DE AUDITOR DE CONTROLE INTERNO

OBJETIVO: Minimizar a taxa de evasão sofrida pela CGE nos últimos anos, proporcionando uma estabilidade na carreira de Auditor de Controle Interno e, com isso, aumentar o grau de profissionalização do sistema de controle interno o que contribuirá decisivamente para o alcance dos resultados organizacionais do Estado.
JUSTIFICATIVA: As atividades desempenhadas pelos ocupantes da carreira de Auditor de
Controle Interno contemplam variáveis de complexidade, técnicas, sigilo, juízo de valor, pressão de prazos, exposição a ameaças à integridade física, exposição a riscos de ofertas de fraudes, comportamento ético, dentre outras, que a tornam singular ante as diversas funções da Administração Pública. O grau de profissionalização das atividades desenvolvidas por qualquer organização passa pela qualificação do seu quadro funcional o qual tem como um dos fundamentos para a sua consolidação a existência de uma carreira estável, onde as pessoas possam enxergar uma condição para a realização de suas expectativas pessoais e profissionais em equilíbrio com os objetivos organizacionais. O Committee of Sponsoring Organizations of The Treadway Commission (Comitê das Organizações Patrocinadoras da Comissão Tradway) que publicou o modelo Enterprise Risk Management – Integrated Framework (Gerenciamento de Riscos Corporativos – Estrutura Integrada), também conhecida como Coso ERM ou Coso II, ao tratar em um de seus mais importantes componentes da estrutura que é o Ambiente Interno, afirma, sobre as Políticas e Práticas de Recursos Humanos, que as pessoas constituem o mais valioso ativo de qualquer organização e, portanto, devem ser tratadas de maneira que se consolidem tecnicamente e como pessoa humana, ofertando o melhor rendimento para o alcance dos objetivos da organização. A CGE, desde a sua criação, não tem conseguido reter em seus quadros os profissionais nomeados, amargando uma taxa de evasão de 40%, gerando custos de ineficiência no que respeita a gestão dos recursos humanos. Tem-se como fator
causador dessa evasão o inadequado perfil remuneratório da carreira, incompatível com as atribuições do cargo. Nesse sentido, observou-se parâmetros de remuneração em outros estados e na união e a diferença entre a remuneração dos Auditores de Controle
Interno e os Auditores Ficais.

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